Psicologia Infantil

Ainda há muitas pessoas que se perguntam sobre as diferenças entre Psicologia, Neurologia, Neuropsicologia e Psiquiatria.

A primeira diferença se refere à formação acadêmica.

O psiquiatra deve cursar medicina e, em seguida, residência em Psiquiatria. Sendo a Psiquiatria a área médica que previne, diagnostica e trata as mais diversas formas de sofrimento mental com manifestações psicológicas severas, tendo como objetivo o bem-estar psíquico dos pacientes.  A Neurologia também é uma especialidade médica que se dedica ao estudo e tratamento das doenças que atingem o sistema nervoso.

O psicólogo deve fazer o curso de Psicologia, especializando-se em sua área de interesse. É um profissional que trata dos estados e processos mentais, do comportamento do ser humano e de suas interações com o ambiente físico e social. Preparado para, utilizando-se de técnicas psicoterápicas, atuar frente às inúmeras formas de sofrimento mental que podem acometer um ser humano ao longo de sua vida.

A Neuropsicologia, por sua vez, é a ciência que estuda a relação entre o cérebro e o comportamento humano, ou seja, seu principal enfoque é o funcionamento do cérebro. Pode-se trabalhar com avaliação e reabilitação de bebês desde os primeiros meses de vida, crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. É a ligação mais próxima entre a Psicologia e a Neurologia.

Nossa equipe conta com uma profissional que, com formação em psicologia, percorreu um caminho provido de conhecimento e experiência e, na Neuropsicologia, avalia nossos pacientes em consonância ao acompanhamento psicoterápico. Durante as sessões de terapia é dada liberdade à criança de expressar seus sentimentos, suas tensões, frustrações, inseguranças e medos. A Psicoterapia contribui para que a criança crie laços de confiança e coragem para enfrentar as suas mais diversas dificuldades.

Além disso são realizadas sessões com os pais com o objetivo de avaliar sua relação com os pacientes, seu desenvolvimento e traçar novas propostas de abordagem. As relações entre pais e filhos e a forma como é transmitida os princípios da Educação não se dá, muitas vezes, da forma como é imaginado. Nesse contexto também se faz necessário a orientação familiar ou Psicoeducação.

Com formação em Orientação Profissional e de Carreira, além de ajudar as pessoas a avaliarem seu repertório comportamental e traduzi-lo em escolhas profissionais, faz um trabalho diferenciado com pacientes com Síndrome de Down e Síndrome de Asperger no processo de orientação de carreira e inclusão no mercado de trabalho.