O papel da Fisioterapia Visual no desenvolvimento infantil

A visão tem um papel muito importante na promoção da integração das atividades motora perceptivas e comportamentais, alertando a codificação e processamento da imagem adequada de bebês, crianças e até mesmo para adultos no caso da Paralisia Facial Periférica, oftalmoplegia e diplopia (dupla imagem).

A “deficiência” visual que podemos caracterizar como a ausência de algumas características anatômicas e funcionais que podem comprometer o desenvolvimento neuropsicomotor, habilidades motoras, cognição, memória, atenção, coordenação motora fina – principalmente quem tem membros superiores adquiridos por posições inadequadas como uma forma de compensação que pode ser de músculos extra oculares –  alterações oculares de percepção e processamento ou a fraqueza muscular, tais como: Retinopatia da prematuridade, catarata congênita, glaucoma congênito, alterações infecciosas, estrabismo, ambliopia, nistagmo, anisometropia (diferença maior de grau de um olho para outro), ptose palpebral e visão subnormal.

A Fisioterapia Visual tem um papel muito importante para o desenvolvimento de crianças com ou sem baixa visão, pois trabalha também a propriocepção, o controle postural, a percepção tátil, sonora, a linguagem, agilidade em executar funções básicas na vida diária a fim de promover qualidade de vida e independência para os pacientes.

Ah! Não esqueçam! Expressão facial é muito importante. O terapeuta está em alerta no momento da inspeção, pois pode ser algo E porque apresentam essas características? Pode ser a nível cerebral onde as inervações não chegam completamente em perfeita irrigação de oxigênio ou por várias outras patologias, incluindo as oftálmicas.

Os profissionais como fisioterapeutas ou terapeutas ocupacionais, trabalham nessa área ajudando na investigação de quais condutas terapêuticas podem ser as mais adequadas e apropriadas para serem realizadas com sucesso.

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